Cloud e serverless: quando faz sentido e quando é armadilha
Serverless promete escalar do zero ao infinito, mas nem todo workload é candidato. Veja onde ele brilha e onde te cobra caro.
Serverless (Lambda, Cloudflare Workers, Vercel Functions) é excelente para cargas variáveis, eventos assíncronos e APIs de baixo volume. Você paga só pelo que usa e não gerencia servidor.
Onde ele falha: workloads constantes com alto tráfego. A partir de certo volume, uma instância dedicada custa uma fração do que serverless cobra por invocação.
Cold starts ainda são um problema para APIs latência-sensíveis. Runtimes mais leves (Workers, Bun) minimizam, mas não eliminam. Para checkout ou login, meça antes de escolher.
Vendor lock-in é real. Escrever tudo em serviços proprietários de um cloud acelera no início e trava depois. Camadas de abstração e infraestrutura como código (Terraform, Pulumi) reduzem o risco.
Nossa regra: comece serverless para validar, migre para containers quando o custo por requisição virar linear e previsível.
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